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sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Gmail com M de marketing

Há algum tempo o Gmail lançou uma brincadeira que consistia em gravar um vídeo em que aparecesse um enveleope com o M símbolo do serviço. Depois de uma seleção feita pela equipe do Google, foi divulgado o vídeo final, criado a partir dos vários vídeos enviados por internáutas do mundo todo.

A brancedeira foi criativa e principalmente, foi uma ótima maneira de divulgar o Gmail. Quer melhor forma de fazer uma campanha de marketing que os próprios consumidores divulgarem o produto???

De qualquer forma, os vídeos enviados foram bem criativos e o resultado final ficou interessante. Confiram, comingo, no play!




Google

Você quis dizer: Eu Etiqueta

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Ato de Violência: Por um mundo sem diferenças!



Estou ficando preocupado. Acho que minha vizinha é prostituta. Ainda não sei o que fazer, mas estou pensando em chamar uns maigos e bater nela enquanto ela espera o ônibus. Porque ela espera ônibus, a infeliz. Vai ver é por isso que é prostituta, porque é pobre.

Pensando bem, meu outro vizinho é preto. Não deve ser boa gente. Vai ver é marginal e estou correndo perigo. Meus amigos poderiam me ajudar com ele também, mas vou precisar chamar mais que dois ou três, porque o preto é forte.

E meu professor da quarta feira então. Ele dá aula de chinelas. Só pode ser doido. Ainda me deu nota baixa. Ele deve ser perigoso, é um tipo muito estranho. Não sei como a polícia não vê.

E passa um careeca todo dia na minha rua. Passa assoviando. Será que ele está feliz. É impossível. Ninguém pode estar feliz todos os dias. Deve estar aprontando alguama e assovia pra disfarçar. Merece morrer um tipinho destes. Os Estados Unidos é que são gente civilizada. Lá eles matam uns tipos desses sem dó nem piedade.

Esses desocupados. Tudo vagabundo que passa o dia sem fazer nada. Só batendo papo e discutindo a vida dos outros. Tudo fofoqueiro sem ter o que fazer.

Google

Você quis dizer: Paz

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Ler é o pior Veneno!



Estava passando hoje por uma comunidade sobre Literatura no Orkut e encontrei, por acaso, um tópico abeto por um cidadão. Se disser que fiquei surpreso, minto porque este tipo de tópico é dos mais comuns nesta categoria de comunidades e portanto, não há qualque motivo especial para menciná-lo aqui, exceto o fato de me ficar me perguntando: onde vamos parar?

Será que as campanhas promovidas por toda parte, inclusive pela mídia - "Ler também é um exercício" - têm alguma utilidade no que diz respeito ao crescimento interior do cidadão? Estas campanhas pró-leitura são ótimas, mas em minha opinião pecam quando o que está em jogo é não o fato de ler, mas o que ler. Será que o simples fato de alguém ler irá enriquescê-lo e torná-lo melhor cultural-criticamente? Mesmo que sua leitura seja apenas a base de Paulo Coelho e Dan Brown?

Vende-se que quem lê é mais inteligente, mas alguém que lê sub-literatura é realmente mais esperto que quem não lê, mas discute o mundo? Em fevereiro de 2006 foi publicado na revista Super Interessante um artigo de um jovem de 18 anos, recém-ingressado (na época da publicação) no curso de Relações Internacionais da PUC-SP, que dizia que precisamos de autores que escrevam sobre nada, para que estes façam a transição entre o Pequeno Príncipe e Machado de Assis, pois é impossível saltar de um livro infantil para algo tão complexo como Dom Casmurro. "Ninguém começa a ler por Macunaíma", diz o artigo.

Realmente, concordo que esta transição é difícil e não há livros que a tornem possível, mas dizer que os livros desta transição devem ser sobre nada, é um pouco (senão muito) de exagero. Se há livros infantis com conteúdo excelente, como "Ou isto ou aquilo" de Cecília Meireles, porque os adolescentes devem ler algo com conteúdo inferior? Por que regredir em vez de progredir?

Enquanto não começarmos a construir um país com leitores críticos, teremos mais e mais tópicos como este no Orkut. Não é uma realidade muito boa de se ver, é?!?!?!

Google

Você quis dizer: "Considero Machado o maior gênio da literatura brasileira do século XIX"